Câmara aprova projeto de suplementação orçamentária


No dia 5 de junho, a Câmara Municipal de Goiana aprovou um projeto de suplementação orçamentária, de autoria do Poder Executivo. Há algumas semanas o referido projeto estava sendo discutido pelos vereadores para que se chegasse a um consenso em relação a porcentagem da suplementação. Inicialmente a Prefeitura chegou a pedir 20%. Mas, o projeto foi aprovado com apenas 10% devido uma emenda de autoria do vereador Carlos de Joca.

O presidente da Câmara, João Bosco, lembrou que todos os governos, sejam eles municipais, estaduais ou federal, trabalham em média com uma suplementação orçamentária de 20%, o que garante a governabilidade.

Em seu discurso, Bosco estranhou a polêmica que tentaram criar em torno da aprovação do referido projeto. “Existe um pré-candidato e ex-prefeito de Goiana que utilizou a sua rádio para tentar mobilizar a população contra a Câmara devido a esse projeto. Hoje foi aprovada uma suplementação de 10%. Mas, quando ele era prefeito, mais precisamente em 1999, ele enviou para essa Casa um projeto de suplementação orçamentária de 30% e mais um adiantamento de receita de 20%. Vejam quanta incoerência”, alfinetou.

O vereador Carlos Viégas Júnior ressaltou que a Câmara também será beneficiada com o referido projeto, possibilitando que seja concedido um reajuste salarial para os funcionários efetivos do Poder Legislativo.

“Esta Casa jamais se posicionou de forma contrária aos servidores públicos efetivos, que são o maior patrimônio da Câmara. Estes funcionários prestam um ótimo serviço e merecem receber esse reajuste após anos de perdas salariais”, afirmou Viégas.

O projeto foi colocado em votação e aprovado de forma unânime sob os aplausos dos funcionários efetivos da Câmara. 

Por Felipe Andrade
Assessor da Câmara Municipal de Goiana

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Brasil conquista primeiro ouro da história na Olimpíada Internacional de Informática

CURSOS: PRONATEC abre inscrições em Goiana

ENERGIA MAIS CARA: Em PE, conta de luz ficará 11,19% mais cara nas residências