ACIDENTE: Avião que transportava equipe da Chapecoense cai na Colômbia
O voo que transportava a equipe de futebol Chapecoense caiu
na madrugada desta terça-feira, nas proximidades de Medelín, na Colômbia. O
avião, da empresa boliviana Lamia, transportava 81 pessoas, sendo 72
passageiros e 9 tripulantes. O prefeito de Medelín, Federíco Guitierrez
Zuluaga, afirmou no início desta manhã que cinco pessoas foram resgatadas com
vida e pelo menos 25 mortes foram confirmadas. As buscas aéreas foram
encerradas por conta do mau tempo e agora só é possível chegar ao local do
acidente por terra. Cerca de 150 pessoas participam das operações de resgate.
Entre
os resgatados com vida e levados para o hospital San Juan de Dios, em La Ceja,
está o jogador Alan Ruschel. Ele estava consciente ao chegar no local. Os
goleiros Danilo Padilha e Jackson Follman também foram resgatados e levados a
hospitais em Rionegro, cidade próxima do acidente. De acordo com a GloboNews,
uma comissária de bordo, identificada como a boliviana Jimena Suárez, e o
narrador da Rádio Oeste Rafael Henzel também estão entre os sobreviventes.
Em
entrevista à rádio, um bombeiro que está no local do acidente afirmou que há
sobreviventes, mas não conseguiu precisar quantos. A temperatura no local é
estimada em 5 graus. O avião não explodiu, o que aumenta a expectativa por
sobreviventes.
A nota oficial do aeroporto
especula que a causa da queda foi uma falha elétrica. Um especialista em
segurança de voo afirmou a uma emissora de TV colombiana que o piloto do avião
da Lamia pode ter liberado o combustível ainda no ar para evitar a explosão da
aeronave no pouso forçado.
O
avião havia saído de Guarulhos, em São Paulo, e seguiu em direção à cidade
boliviana de Santa Cruz de La Sierra, onde fez uma parada técnica e seguiu para
Medellín. O Chapecoense iria jogar nesta quarta-feira contra o Atlético
Nacional pela final da Copa Sul Americana. A Conmebol já adiou indefinidamente
a data da final. O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, lamentou o
acidente e está indo para Medellín acompanhar a situação.
FONTE: DIÁRIO DE PERNAMBUCO


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