Delação de Palocci pressiona STF a decidir se PF pode firmar acordos





















Delação de Palocci pressiona STF a decidir se PF pode firmar acordos









































































































































 O acordo de colaboração firmado entre o ex-ministro Antônio Palocci e a Polícia Federal (PF), divulgado nessa segunda-feira (26), pressiona o Supremo Tribunal Federal (STF) a concluir o julgamento sobre a manutenção da autorização legal para que a instituição possa negociar delações premiadas, conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas (12.850/2013).
De acordo com informações de O Globo, a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, foi alertada sobre a importância de finalizar a votação o mais rápido possível. Ela, no entanto, ainda avalia se vai pautar o caso neste semestre.
O assunto começou a ser analisado, em dezembro do ano passado. Até o momento, a Corte tem 6 votos a 1 a favor das delações negociadas pela PF, mas todos com divergências. As informações são da Agência Brasil.
Na sessão ocorrida em 14 de dezembro de 2017, o julgamento seria finalizado, mas o relator do caso, ministro Marco Aurélio, sugeriu que a questão fosse analisada com o quórum completo, diante do impasse. Faltavam os votos dos ministros Celso de Mello e da presidente Cármen Lúcia.
Na ocasião, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski não estavam presentes. O primeiro por motivo de viagem e o segundo devido a problemas de saúde.
Até o momento, o ponto comum entre os votos é sobre a validade da delação somente se o Ministério Público concordar com o acordo, e a proibição de que delegados acertem as penas com os colaboradores.
Já votaram os ministros Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli. Edson Fachin votou contra a competência da PF para fazer as delações.
A Corte julga ação na qual a Procuradoria-Geral da República (PGR) alega que a possibilidade de a PF realizar os acordos enfraquece a atribuição exclusiva do Ministério Público (MP) de oferecer denúncia contra criminosos.
 FONTE: NOTICIAS AO MINUTO

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Novas regras para Pix não criam tributos

Craque Neto faz proposta inusitada para milionário da Band

Alan Rachins, ator indicado ao Emmy e ao Globo de Ouro, morre aos 82 anos