GOIANA: SERVIDORES DA FADIMAB CONFIRMAM AS DENÚNCIAS DAS INÚMERAS IRREGULARIDADES QUE FIZERAM O MPPE INSTAURAR INQUÉRITO CIVIL CONTRA PRESIDENTE DA AMESG.







Desde o  início de 2017 que a Faculdade de Ciências e Tecnologia Prof. Dirson Maciel de Barros - FADIMAB enfrenta graves problemas que vão além da sua estrutura física e atinge o corpo docente e discente da Instituição de Ensino Superior comprometendo, inclusive, as atividades pedagógicas da Faculdade.
Denúncias de perseguições, represálias aos professores, desrespeito ao Regimento Interno, não observância do Estatuto da AMESG fizeram com que a Congregação- Órgão Máximo Deliberativo da FADIMAB formada por 13 (treze) professores, incluindo o Diretor e a Vice-Diretora da Instituição procurassem a ajuda do Ministério Público, da Imprensa local e da Câmara Municipal, inclusive com a realização de uma Audiência Pública, em novembro de 2017, com a presença dos 15 (quinze) Vereadores do Município de Goiana na tentativa de sanar os diversos problemas apresentados pela Congregação e pelos alunos.
  Até o presente momento a Autarquia de Ensino Superior de Goiana – AMESG já teve 03 (três) Presidentes: Inácio Feitosa, Paulino Albuquerque e Alcides França.
Em 2018 a situação da FADIMAB se agravou quando, conforme Ofícios enviados à Câmara Municipal, Representação protocolada no Ministério Público e Ação que tramita na 1º Vara Civil da Comarca de Goiana relatam que além do total desrespeito com os Professores da Faculdade, redução indevida da carga horária de professores efetivos, contínuo desrespeito ao Regimento Interno , Eleição arbitrária para nova direção da FADIMAB, o Presidente da AMESG  desconheceu a existência da Congregação da FADIMAB que existe há 40 (quarenta) anos.




O Presidente da Comissão de Educação do Município, Vereador Bruno Salsa, por inúmeras vezes, denunciou na Tribuna da Câmara Municipal a situação de calamidade pública da FADIMAB cobrando da atual Gestão que acabasse com tamanho desrespeito com a Faculdade que tanto trouxe melhorias para Goiana e seu povo, inclusive a Comissão de Educação também enviou Ofício ao Ministério Público de Pernambuco – MPPE.
O Ministério Público de Pernambuco, de posse de todas essas denúncias e de mais 06 (seis) ofícios enviados em 2018 à promotora Dra. Patrícia Ramalho decidiu por instaurar um Inquérito Civil Público sob o nº 009/2018 em desfavor do Presidente da AMESG com o intuito de aprofundar a investigação e constatar, se for o caso, improbidade administrativa uma vez que as denúncias realizadas em 2017 permanecem no corrente ano: os professores não receberam os salários de novembro e dezembro de 2016, o Regimento não tem sido respeitado, o convênio com a UPE permanece sem licitação, a AMESG permanece sem prestação de contas nos exercícios de 2017 e 2018, os professores continuam sendo perseguidos e sofrendo represálias, inclusive com exonerações indevidas.

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